À frente da premiada Tabajara do Samba, Patricia Nery quer repetir o brilho de 2013

 

 

Diante de uma das maiores instituições do carnaval carioca, a bateria Tabajara do Samba da Portela, a rainha Patricia Nery conversou com o site CARNAVALESCO sobre a honra de vir à frente dos ritmistas de mestre Nilo Sérgio. Confira o bate-papo:

– O que representa ser rainha de bateria?
Não só estar na bateria, mas ser uma representante da Portela, pra mim, é uma grande honra. Porque a Portela é a maior escola do carnaval carioca, a que tem mais títulos, a bateria tem cinco Estandartes de Ouro. Acho que não é só vaidade, é honra mesmo estar aqui.

– O que é mais importante sambar, sorrir ou ter o corpo bonito?
A rainha tem que ser ela. Tem que ser honesta com ela mesma e com o pavilhão que ela está representando ali.

– Em um desfile, o que mais fascina nela: o samba, a bateria, os carros alegóricos, o casal ou comissão de frente?
Todos os setores me emocionam. Da velha guarda, passando pelas baianas, pelo mestre-sala e porta-bandeira, pelas alas de comunidade, tudo me emociona. Ninguém trabalha sozinho, nós somos uma equipe. Não pode faltar nada e trabalhamos todos juntos pro bem maior que é a Portela. 

– A rainha perfeita deve ser toda trabalha em academia, ter silicone ou a mais natural possível?
Eu prezo pela saúde e cada uma tem seu estilo. Tudo é válido desde que faça com verdade.

– O que muda na vida pessoal ser rainha de bateria? E na vida profissional após passar na Avenida o que você espera?
Pessoal não mudou nada porque sempre convivi ali, agora o assédio das pessoas, principalmente das crianças na Portela, é muito maior. E também das pessoas no meio do carnaval.

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