Associação desconhece pedido de impeachment para Zezinho Orelha

 

 

Responsável pelo Departamento de Carnaval da Associação das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Aescrj), Marcio Zuma, disse desconhecer a informação divulgada pelo site O Batuque na tarde desta terça-feira. A informação dá conta de que 27 escolas das 38 filiadas à entidade que rege os Grupos de Acesso C, D e E, entrariam com o pedido de impeachment do atual presidente, Eduardo José da Silva, o Zezinho Orelha. A principal reclamação das agremiações seria o rebaixamento de seis escolas do Grupo E para a categoria de Bloco Carnavalesco no último desfile.

 

– Até o momento não estou sabendo de nada. Onde eles protocolaram esse pedido de impeachment? Não estou entendendo isso agora. Na Aescrj, nada é imposto, tudo é votado em plenária e aprovado pelos próprios presidentes. Temos isso documentado e a imprensa, a hora que quiser, pode ter acesso a esses documentos. Choro de perdedor sempre vai existir – disse Marcio Zuma.

 

Outra reclamação das agremiações insatisfeitas seria a extensão de mais um ano no mandato da atual diretoria. Marcio Zuma explica como a questão foi definida.

 

– Foi formada uma junta com nove representantes escolhidos. Esses representantes foram aprovados pelas próprias escolas. Isso está em ata. Esses representantes participara dessa mudança no estatuto da entidade, mas a questão não foi imposta. Depois que o novo estatuto estava pronto, nós o lemos para os presidentes que votaram a aprovaram. Isso aconteceu em junho de 2011. Me espanta que só agora eles reclamem de algo que aprovaram – finalizou ele. 

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