Bate-Papo com casal de mestre-sala e porta-bandeira da Imperatriz, Phelippe Lemos e Raphaela

 

 

CARNAVALESCO – Qual é a importância de ensaiar no Sambódromo?

Phelipe Lemos e Rafaela Theodoro: É uma prévia do nosso trabalho. Com a escola toda na avenida, vamos ver como está a cronometragem na cabine de jurados, se tiver um erro será corrigido.

CARNAVALESCO – Como é a programação de ensaio por semana?

Phelipe Lemos e Rafaela Theodoro: Intensificamos os ensaios agora que estamos na reta final para o carnaval. Ensaiamos todos os dias com duração de  cerca de 3h a 4h, na Cidade do Samba e na Sapucaí em conjunto com a comissão de frente e as vezes sozinhos, para correção de algum pequeno detalhe.

CARNAVALESCO – O que vão representar no desfile oficial?

Phelipe Lemos: O que eu posso falar é que eu virei de chuteira e não de sapato.

CARNAVALESCO – O que é melhor: desfilar na cabeça da escola ou à frente da bateria?

Phelipe Lemos e Rafaela Theodoro: Na cabeça da escola é muito melhor. Podemos nos concentrar na nossa coreografia, realizar uma apresentação com mais precisão e técnica.

CARNAVALESCO – Para a dupla, o que é mais importante no quesito. A dança, a bandeira lá no alto ou a forma de cortejar do mestre-sala?

Phelipe Lemos e Rafaela Theodoro: A dança. Como o nome já diz: casal de mestre-sala e porta-bandeira. Onde estamos conectados, temos uma interação e intimidade muito grande na nossa dança, que nos ajuda a manter a bandeira no alto sempre e o nosso cortejo com muito respeito sempre.

Comente: