Confeti, serpentina e anarriê

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Não, colega internauta, não se trata de lançamento, nem nome ou título de enredo de escola de samba (pelo menos, por enquanto). Entrando um pouco no universo junino do Rio de Janeiro, encontramos cerca de quase 400 grupos folclóricos juninos, também denominados de quadrilhas. São divididos em dois grandes grupos: Roça (originalidade) e Salão (Luxo), e em diversas federações.

O amigo internauta deve estar perguntado: “O que isso tem a ver com carnaval?”

À primeira vista, nada, mas devido ao grande número de grupos e a homogeneidade de coreografias para diferenciar suas apresentações e performances, vem se dando maior foco aos temas (enredos) por elas apresentados. Assim como nosso samba, há torneios de ensaios e apresentações de temas; tudo isso, na fase pré-junina, sem apresentarem figurinos e, imaginem vocês, com julgamento.

O avalanche de variedade de temas é imenso: vai de “Lampião e seus cangaceiros” até “Nossa Senhora Aparecida” e “Shows da Broadway”. Nas grandes finalíssimas, muitas delas acontecidas em quadras de escolas de samba como Tradição, Arrastão ou Beija-Flor, os cenários se agigantam e vale tudo para impressionar jurados e público: desde baterias para iluminar magníficos trajes ou até mesmo corais de universidades trazendo sopranos e tenores para ilustrar cenas como arena de touros da Ópera Carmem. Sem entrar na seara de frases como “onde foi parar a tradição?”, temos que confirmar que estruturam verdadeiros espetáculos audiovisuais.

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