Cria do morro da Formiga, Laynara Teles reina à frente da Sinfonia Imperial

 

 

Depois de ficar 18 anos afastado do Grupo Especial, o Império da Tijuca não esqueceu as origens e mante toda a equipe que subiu com a escola no Carnaval 2013. E a rainha de bateria, Laynara Teles também é mais uma cria do Morro da Formiga. A bela conversou com o site CARNAVALESCO. Confira o bate-papo:

– O que representa ser rainha de bateria?
Eu sou da comunidade, cria do Império, do Morro da Formiga, então pra mim é maravilhoso ser rainha de bateria. Por mais que a gente não conte ponto, sei que o cargo traz uma grande importância. Abrilhanta ainda mais o desfile.  

– O que é mais importante sambar, sorrir ou ter o corpo bonito?
Acho que o principal é ser simpática, estar entrosada com a bateria e o essencial: Ter samba no pé. O resto a gente vai no truque que dá certo.

– Em um desfile, o que mais fascina nela: o samba, a bateria, os carros alegóricos, o casal ou comissão de frente?
Eu queria poder ver tudo no desfile, mas eu não consigo. Então pra mim, a minha bateria é o mais emocionante. Quando toca a sirene e a gente começa, é o mais emocionante de tudo.

– A rainha perfeita deve ser toda trabalha em academia, ter silicone ou a mais natural possível?
Vale tudo. Mas eu sou natural. Estou malhando pra ficar melhor. Tem espaço pra todas.

– O que muda na vida pessoal ser rainha de bateria? E na vida profissional após passar na Avenida o que você espera?
Não mudou tanta coisa não. Eu trabalho no Império, estou sempre lá, então eu vivo o Império o ano inteiro. O assédio, claro, sempre aumenta, até porque você está ali a frente da bateria e acaba sendo um símbolo sexual.

 

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