Final da Imperatriz: bate-papo com a parceria de Elymar Santos

imperatriz-samba-1– Por que seu samba merece ser o campeão?

Tião Pinheiro: “Acredito que a gente nutra um mérito grande pra alcançar um exceto maior que é a vitória, por conta de ter criado um samba que, que eu chamaria de DNA da Imperatriz. É um que remete a imperatriz dos anos 90, uma imperatriz que se consolidou uma escola grande, respeitada, ganhadora de Carnavais, realizadora de grandes desfiles e isso tudo sempre esteve atrelado a sambas, clássicos, sambas extraordinariamente elaborados, e tudo mais, é isso que a gente tentou realizar nesse desafio de criação da obra de 2018 e tem funcionado bem. A ala de compositores da Imperatriz é uma ala muito qualificada, se costuma dizer que, é uma escola onde você encontra as maiores dificuldades para se consagrar campeão. É uma ala que tem Zé Katimba, Tuninho Professor, Marquinho Lessa, Niltinho Tristeza, Buga, gente muito forte ou os que não são tão famosos mas que são muito competentes na ora da composição, na ora da criação, na poesia, na melodia. Então pra mim é uma honra muito grande. Se por um acaso a gente conseguir essa vitória em razão do trabalho que foi feito. Será o meu quarto excito e é como fosse o primeiro porque é a minha do coração e a comunidade está encantada com o samba, os compositores concorrentes são muito bons, são muito bons. Mas como infelizmente só um vai para a avenida já aconteceu de ser o meu, já aconteceu de não ser o meu, e que o melhor seja feito em prol da Imperatriz.”
– Qual é sua parte predileta do samba? Porquê?

Tião Pinheiro: “Eu sou um pesquisador por formação acadêmica homem das ciências e como tal, que primeiro estou apaixonado pelo enredo, eu fiquei extremamente feliz e confortável de discorrer esse tema é o museu nacional e toda a sua riqueza e diversidade do museu nacional, nas artes, nas ciências, na cultura em geral, que o museu agrega, eu tenho um momento muito especial nesse samba pra mim, são os dois momentos que mais me tocam, é um deles que posso destacar para você, é que quando a gente diz que o “O povo deslumbra o jardim ao sol da manhã celebra a vida herdeiros brasileiros na raiz” Acho que a grande marca desse samba é exatamente essa frase que resume, os filhos da Imperatriz Leopoldinense, “os filhos da Imperatriz” Leopoldina, grande incentivadora do Museu Nacional, é essa parte me encanta muito, mexe muito comigo, Na hora da composição para mim uma honra muito grande por acaso a gente conseguia essa vitória do trabalho foi feito na minha como eu faço isso e é como se fosse o primeiro porque minha escola do coração a comunidade do Samba. Extremamente feliz confortável de poder discorrer sobre o Museu Nacional da riqueza e diversidade Museu Nacional nas artes nas ciências já dura em geral, e o segundo que me encanta é o refrão que resume tudo isso, quando ele diz que reina soberana minha coroa que a gente materializa o que é imperatriz, coroa símbolo maior. Depois ele enaltece o enredo o próprio homenageado, então nós temos temos o palácio das artes, a ciência cultura preserva o meu sonho do Museu nacional que é o sonho de ser campeão, que o sonho de tudo que Imperatriz construiu e deve ser preservado, guardado em memória.”

– Quanto em média a parceria acha que gastará em toda disputa e o que levará para apresentação na final?

Tião Pinheiro: “Entre R$ 120 e 150 mil. Aquele que for a final da Imperatriz que na qual foi na final do Ciclo, também nosso samba vai, ver uma festa à altura, do que a gente acha que a Imperatriz merece, e representa, a gente vai fazer de tudo, para abrilhantar a noite, e estamos preparando algumas surpresas, coisas que realmente deixe uma marca, a gente tem um costume de fazer isso e eterniza nossa participação nessa disputa. A gente não está medindo esforços para criar, para levar uma apresentação bem comovente e bem bonita. A parceria embarca nessa onda, vai ser bem bonito com certeza.”