Jurado de enredo tirou décimo da Mocidade por falta de destaque que não constava no livro abre-alas

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Um décimo tirou da Mocidade a possibilidade de ser campeã do carnaval. Tivesse alcançado três notas 10 em enredo e a verde e branca superaria a Portela no desempate em comissão de frente. A frustração pode se transformar em revolta com a divulgação das justificativas pela Liesa.

O jurado Valmir Aleixo do quesito enredo penalizou a escola com um 9,9 no segundo módulo de julgamento. Segundo seu texto houve a falta de um destaque de chão, o que comprometeria a leitura do enredo.

– Enredo fantástico de grande desnsidade cultural sustentado pela circularidade narrativa dos Halakis. Porém não apresentou o destaque de chão O esplendor dos 7 mares que executa função narrativa dentro do enredo, comprometendo assim sua leitura – descreveu.

Uma justa penalização para o quesito não fosse por um equívoco grave do jurado. Não havia nenhum destaque de chão nomeado ‘O esplendor dos 7 mares’. De acordo com o livro abre-alas oficial da Liesa o desfile da Mocidade continha apenas dois destaques de chão. O primeiro destaque de chão foi a musa Giovana Fontes, representando ‘Candeia Marroquina’ no primeiro setor e o segundo foi a cantora Wanessa Camargo, que trazia a fantasia ‘Legado da sabedoria marroquina’ no quarto setor.

O sentimento na Mocidade é de revolta pois o décimo representaria um título que a escola não vence desde 1996. Sem detalhar o motivo, o vice-presidente da Mocidade, Rodrigo Pacheco, manifestou-se no Facebook sentindo-se prejudicado.

– Como é que se faz quando se descobre que o Carnaval nos foi tirado por conta de um “equívoco” de um determinado jurado? Nível máximo de irritação – indignou-se.

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