Laíla analisa o ensaio técnico da Beija-Flor

Após o ensaio técnico da Beija-Flor no Sambódromo, na noite de domingo, o diretor de carnaval da escola, Laíla, conversou com o site CARNAVALESCO. Confira:

O que achou do canto e da evolução:

– Eu não faço ensaio para disputar com ninguém. Faço para melhorar o entrosamento da escola. Venho com a escola grande, não venho com meia dúzia de pessoas, e digo que está ótimo. O carro de som não estava muito bom e a comunidade levou muito bem o samba, bem mesmo, cantaram muito. Isso que importa para mim. Temos um mês para acertar alguns detalhes. As convenções da bateria estavam distantes. Mesmo assim, a escola correspondeu e cantou no tempo certo. Minha comunidade está de parabéns. Lá da frente percebi algo de errado com o carro de som, vamos sentar e conversar. Parecia alguma vaidade, e não somos assim.

Arquibancadas novas

– O meu carnaval foi preparado para os dois lados. Quando surgiu essa ideia de se mexer no Sambódromo, busquei saber como ficaria. A resposta é bem melhor do que quando tínhamos os camarotes.

Parar a escola e observar o canto de cada ala e ver as pessoas indo abraçá-lo no final

– A Beija-Flor é isso. Eu puxo orelha, sou bronco, mas sou exigente no trabalho. Pode ir à escola ou ao barracão, eu não maltrato ninguém. Eu não chamo atenção por chamar, eu falo o que está acontecendo de errado. Por que eu tenho essa bateria maravilhosa? Porque coloquei na cabeça deles que ali é coletivo e não apenas uma única pessoa. Ninguém tem capricho.

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