Leia a sinopse do enredo da Abolição

O Gres Acadêmicos da Abolição  entregou na ultima sexta-feira, na sua quadra de ensaios, que fica localizada no bairro da Abolição, zona norte do Rio de Janeiro, a sinopse que vai narrar à história do negro, o fim da escravidão através da lei Áurea, a vinda do negro da àfrica para o Brasil e sobre  o bairro da Abolição. " SOU NEGRO, SOU RAÇA,SOU VIDA…. ABOLIÇÃO". Na palestra, o carnavalesco Marcio Puluker  deu total liberdade aos compositores  para que criem seus sambas, sem preocupação com datas históricas.Presente  também ao  encontro, o diretor de carnaval Jorge Ripper  pediu aos compositores muita alegria, emoção e vibração  na hora da elaboração dos sambas.Os sambas serão entregues no dia 05 de Agosto de 2012, com 15 cópias escritas cada um e 03 ( três) cds, na quadra da escola. Aproveitando a ocasião, o carnavalesco divulgou a logo oficial do carnaval de 2013.

G.R.E.S. ACADÊMICOS DA ABOLIÇÃO – CARNAVAL 2013.


Enredo: “Sou negro, sou Raça, sou Vida… Sou Abolição”


“Não é livre quem não obteve domínio sobre si.”
Pitágoras


Nasci em solo escaldante de um sol brilhante… Nasci do ventre de uma mãe que do seu solo vinha a força da minha vida… Nasci nesse solo, cresci e dele fui arrancado, sem que eu permitisse que arrancassem minhas raízes…

Da escuridão de uma caixa não sabia pra onde ia… Dias se passavam e as dores cresciam… Sentia que cada dia estava mais distante de meu solo amado, da minha raiz fervente e da minha vida livre…

Então que chega meu destino… Preso como um animal me fortifiquei com meus deuses e ancestrais… Da minha esperança viam minhas forças… E um novo mundo foi-me apresentado…

Em correntes fui preso, em troncos fui amarrado e a cada dor que em minha pele ardia, sonhava com a vida em minha terra gentil…

Em minhas danças e cantos exaltava meus desejos… Como em um transe via o dia em que novamente voaria em um céu infinito…

Até o dia em que senti de novo a vida livre…

Vi nascer em trilhos o desenvolver de uma outra vida… Pessoas indo e vindo, com suas vidas luxuosas… Reis, rainhas, príncipes e princesas desfilavam nesses ferros…

Com um doce, assim como o mel que me adoçava em meus dias de amargor passei a contemplar a existência de meus vizinhos…  Vi crescer seu comércio… Vi crescer a vida…

Viva Santo Antônio, São João e São Pedro em seus arraiais dancei, em suas iguarias matei minha fome… E em suas noites comemorei…

Embalado em ritmo de batucadas, passei dias e noites em versos e prosas…

Pelas ruas desfilei no asfalto e como uma ilusão cantei, dancei e me encantei…
 
Meu nome nasceu dessa história…

Sou negro… Sou raça… Sou vida… Sou “Abolição”.                                                               

                                                                                                     

MARCIO PULUKER
CARNAVALESCO.

 

 

 

 Leia a sinopse

 

 

G.R.E.S. ACADÊMICOS DA ABOLIÇÃO – CARNAVAL 2013.


Enredo: “Sou negro, sou Raça, sou Vida… Sou Abolição”


“Não é livre quem não obteve domínio sobre si.”
Pitágoras


Nasci em solo escaldante de um sol brilhante… Nasci do ventre de uma mãe que do seu solo vinha a força da minha vida… Nasci nesse solo, cresci e dele fui arrancado, sem que eu permitisse que arrancassem minhas raízes…

Da escuridão de uma caixa não sabia pra onde ia… Dias se passavam e as dores cresciam… Sentia que cada dia estava mais distante de meu solo amado, da minha raiz fervente e da minha vida livre…

Então que chega meu destino… Preso como um animal me fortifiquei com meus deuses e ancestrais… Da minha esperança viam minhas forças… E um novo mundo foi-me apresentado…

Em correntes fui preso, em troncos fui amarrado e a cada dor que em minha pele ardia, sonhava com a vida em minha terra gentil…

Em minhas danças e cantos exaltava meus desejos… Como em um transe via o dia em que novamente voaria em um céu infinito…

Até o dia em que senti de novo a vida livre…

Vi nascer em trilhos o desenvolver de uma outra vida… Pessoas indo e vindo, com suas vidas luxuosas… Reis, rainhas, príncipes e princesas desfilavam nesses ferros…

Com um doce, assim como o mel que me adoçava em meus dias de amargor passei a contemplar a existência de meus vizinhos…  Vi crescer seu comércio… Vi crescer a vida…

Viva Santo Antônio, São João e São Pedro em seus arraiais dancei, em suas iguarias matei minha fome… E em suas noites comemorei…

Embalado em ritmo de batucadas, passei dias e noites em versos e prosas…

Pelas ruas desfilei no asfalto e como uma ilusão cantei, dancei e me encantei…
 
Meu nome nasceu dessa história…

Sou negro… Sou raça… Sou vida… Sou “Abolição”.                                                               

                                                                                                     

MARCIO PULUKER
CARNAVALESCO.

 

 

G.R.E.S. ACADÊMICOS DA ABOLIÇÃO – CARNAVAL 2013.


Enredo: “Sou negro, sou Raça, sou Vida… Sou Abolição”


“Não é livre quem não obteve domínio sobre si.”
Pitágoras


Nasci em solo escaldante de um sol brilhante… Nasci do ventre de uma mãe que do seu solo vinha a força da minha vida… Nasci nesse solo, cresci e dele fui arrancado, sem que eu permitisse que arrancassem minhas raízes…

Da escuridão de uma caixa não sabia pra onde ia… Dias se passavam e as dores cresciam… Sentia que cada dia estava mais distante de meu solo amado, da minha raiz fervente e da minha vida livre…

Então que chega meu destino… Preso como um animal me fortifiquei com meus deuses e ancestrais… Da minha esperança viam minhas forças… E um novo mundo foi-me apresentado…

Em correntes fui preso, em troncos fui amarrado e a cada dor que em minha pele ardia, sonhava com a vida em minha terra gentil…

Em minhas danças e cantos exaltava meus desejos… Como em um transe via o dia em que novamente voaria em um céu infinito…

Até o dia em que senti de novo a vida livre…

Vi nascer em trilhos o desenvolver de uma outra vida… Pessoas indo e vindo, com suas vidas luxuosas… Reis, rainhas, príncipes e princesas desfilavam nesses ferros…

Com um doce, assim como o mel que me adoçava em meus dias de amargor passei a contemplar a existência de meus vizinhos…  Vi crescer seu comércio… Vi crescer a vida…

Viva Santo Antônio, São João e São Pedro em seus arraiais dancei, em suas iguarias matei minha fome… E em suas noites comemorei…

Embalado em ritmo de batucadas, passei dias e noites em versos e prosas…

Pelas ruas desfilei no asfalto e como uma ilusão cantei, dancei e me encantei…
 
Meu nome nasceu dessa história…

Sou negro… Sou raça… Sou vida… Sou “Abolição”.                                                               

                                                                                                     

MARCIO PULUKER
CARNAVALESCO.