Marquinhos Passista apresenta suas propostas para o Império Serrano

 

 

O site CARNAVALESCO, dando sequência à série de entrevistas com os candidatos à presidência do Império Serrano, ouviu Marcos Paulo, o Marquinhos Passista. Ele pleiteia o cargo pela chapa "Avante Imperiano" e se diz preparado para comandar a agremiação que está desde os 7 anos de idade. A chapa é composta por mais quatro vice-presidentes. São eles Lula Antunes (vice de carnaval), José Carlos de Souza (vice de finanças), Valdecir Maria de Jesus (vice social) e Bruno Machado (vice cultural). Confira abaixo a conversa com Marcos Passista:

Por que você quer ser presidente do Império Serrano?

Marquinhos Passista: Cheguei aqui aos 7 anos de idade. E nunca saí. Passei por todos os segmentos do Império Serrano. Quero ser presidente porque sonho levar essa escola de volta ao lugar de onde ela nunca deveria ter saído.

Como colocar o Império Serrano no Grupo Especial?

Marquinhos Passista: Primeiro precisamos resgatar a nossa credibilidade, isso é mais importante que estar no Grupo Especial, hoje. O Império hoje não possui nenhuma credibilidade perante fornecedores no mercado. Acredito que transformando o Império em empresa o caminho natural é o retorno para o Especial.

Qual sua análise do quadro político do Império Serrano? Uma escola que precisa de união tem 4 chapas concorrendo na eleição. Por que a disputa presidencial é tão grande na escola?

Marquinhos Passista: O que acontece no Império Serrano é que tem muita paixão. Todo mundo se sente preparado para comandar. E quando chega o período eleitoral o clima se acirra. Eu fui vítima de um boato, disseram que me uniria a outras chapas. Isso é mentira. Eu respeito todos os candidatos, mas estou me preparando há muito tempo para presidir o Império. As pessoas quando assumem o poder se esquecem da escola e pensam no ganho pessoal. E ninguém faz nada sozinho, esse é o meu pensamento.

Qual sua análise sobre a administração do presidente Átila?

Marquinhos Passista: Eu particularmente não tenho nada contra ele pessoalmente, conheço o Átila e sua família. É um cara do bem, um dos maiores mestres de bateria que eu conheci. Mas infelizmente sua gestão foi ruim. Talvez tenha se cercado das pessoas erradas e delegou poderes a quem não tinha competência para tal. Minha restrição a ele é apenas no aspecto administrativo, nada pessoal.

Hoje qual é o tamanho da dívida do Império Serrano e como pagar?

Marquinhos Passista: Eu não tenho noção do tamanho da nossa dívida. Mas sei que para pagar o único jeito é negociar com os credores e fazer um carnaval simples para não aumentar ainda mais.

Como tornar a quadra do Império Serrano rentável para escola e que ajude nas despesas do carnaval?

Marquinhos Passista: Voltar com os eventos. O Botequim do Império, a Feijoada Imperial com o Jorginho do Império. No meu tempo na quadra tinha aula de dança, oficinas, bailes. Com minha vitória tudo isso vai voltar. Prometo ser o presidente da quadra.

Caso seja eleito, você vai manter o carnavalesco Eduardo Gonçalves e o que pensa para enredo?

Marquinhos Passista: Eu considero o Eduardo Gonçalves um guerreiro, pelo carnaval que vimos na avenida e o que foi dado a ele em termos de condições. Pretendo conversar com ele e buscar mantê-lo. Possuo três propostas de enredos, ambas de fechar o comércio, uma delas patrocinada.

Caso eleito, você vai manter mestre Gilmar no comando da bateria? O que fará nas vagas de intéprete, diretor de carnaval e casal de mestre-sala e porta-bandeira?

Marquinhos Passista: O único intocável é o Gilmar. Se tem um quesito na nossa escola que hoje é nota 10 garantida é a nossa bateria. Nos outros casos vou buscar alternativas. É preciso modernizar a escola, sem se esquecer da tradição.

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