Mestre Beto comenta confusão entre Marcone e Luizinho Drummond

As duas décadas como comandante da bateria da Imperatriz Leopoldinense fazem de mestre Beto, atualmente no Boca de Siri, uma das pessoas mais indicadas para falar sobre os motivos que podem ter levado o presidente da Imperatriz Leopoldinense, Luizinho Drummond e o ex-mestre de bateria da escola, Marcone Sacramento, ao desentendimento que deu fim ao ensaio da escola no último domingo. Beto viu Marcone crescer e lhe deu oportunidade de participar da direção de bateria da escola. Já com Luizinho Drummond, o experiente diretor de bateria teve ótima convivência durante o longo tempo que esteve em um dos cargos de maior confiança dentro da Imperatriz.
 
– Fiquei muito triste quando soube do que aconteceu. Não dá para saber quem está ou não com a razão. Acho que isso nem interessa tanto. Fico mais triste pelo nome da escola ter sido afetado com o episódio. O Marcone fazia um trabalho tecnicamente perfeito na bateria da Imperatriz e o Luizinho é o grande comandante da escola. Realmente uma pena isso ter acontecido. Torço para que tudo dê certo e a Imperatriz mantenha o ótimo nível que vinha apresentando na bateria nos últimos carnavais – opinou Beto.
 
Cogitado para reassumir a bateria Swing da Leopoldina, Beto revelou que não foi procurado de maneira oficial pela diretoria da escola, mas coloca-se à disposição para ajudar.
 
– Fui mestre de bateria da Imperatriz durante muito tempo e é natural as pessoas cogitarem o meu nome. Se a diretoria quiser, me coloco à disposição para ajudar, mas não fui contactado por ninguém da escola. É só especulação.
 
Mestre Beto comandou a bateria da Imperatriz até o ano de 2005, quando dividiu a regência dos ritmistas da Verde e Branco com mestre Jorjão.

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