‘Não vamos deixar por isso mesmo’, dispara vice-presidente sobre erro que tirou título da Mocidade

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rodrigo_pacheco_vice_mocidade051016O sentimento de indignação toma conta da Mocidade desde a divulgação da justificativa no quesito enredo em que o julgador Valmir Aleixo pune a escola pela suposta falta de um destaque que não consta no livro abre-alas. Com o sentimento de revolta mas com a cabeça no lugar o vice-presidente da verde e branca falou ao CARNAVALESCO que a escola vai atrás de seus direitos, com responsabilidade.

– Deixar por isso mesmo não podemos. Vamos formalizar por email nossa reclamação à Liga. Vou aguardar o posicionamento do presidente Jorge Castanheira. Por isso mesmo não vai ficar, eu garanto. Narramos o ocorrido e solicitei providências. O presidente da Liga vai chamar o jurado para ele explicar o que ocorreu – garante Pacheco.

Rodrigo Pacheco ressaltou que desde o momento que viu a justificativa pela primeira vez teve certeza de que se tratava de um erro do julgador, sem precisar consultar o abre-alas da escola, mas o fez por garantia.

– Eu já sabia que não existia essa possibilidade. Peguei o abre-alas, o impresso e o do site, até para tentar encontrar algum equívoco. Não foi encontrado porque não existe. Não há como questionar o resultado do campeonato da Portela, muito merecido. Apenas a avaliação da nossa escola não foi correta e isso não podemos concordar – declara.

A Mocidade, através de Rodrigo Pacheco, foi a única agremiação a se posicionar contra o não rebaixamento que salvou escolas que tiveram graves problemas em seus desfiles. Entretanto o dirigente rechaça qualquer tipo de retaliação por conta de seu posicionamento na ocasião.

– Acho que não tem nada a ver. Não teria nem tempo de acontecer algo. São coisas isoladas. Na minha avaliação são falhas distintas. Acho que é hora de uma mudança radical. O sistema precisa ser repensado. Um julgador de samba tirou um décimo da gente por conta do verso ‘céu de sherezade’, alegou repetição melódica. Mas ele deu 10 para outras escolas com o mesmo recurso. Ficamos muito reféns de aspectos subjetivos. Não existe um criterio de avaliação coerente com o que está sendo visto – finaliza.

A nota dos julgadores se fosse um 10 daria o título para a Mocidade no desempate em comissão de frente. Pacheco avisa para o independente que a cruzada em busca do campeonato está apenas começando.

– A gente continua em nossa batalha. Não vamos pegar isso para o lado ruim. Fomos merecedores do campeonato e vamos lutar pelo titulo novamente. Vamos aguardar o que pode ser feito. Deixar pra lá não vamos, isso eu afirmo – esclarece Rodrigo Pacheco.

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