Para abrir os caminhos, Sambódromo é lavado pelas baianas

 

 

Com a benção do padroeiro da cidade do Rio de Janeiro, São Sebastião, faltando pouco mais de uma semana para o início dos desfiles oficiais, a Marquês de Sapucaí foi o grande palco, neste domingo, dia 23 de fevereiro, da realização da tradicional festa de lavagem da avenida. Grupos religiosos de candomblé e umbanda, iniciaram o ritual de fé. Participaram da grande festa, todos os casais de mestres-salas e porta-bandeiras, junto com as alas de baianas das escolas filiadas a LIESA, LIERJ AESM-RIO. Além do grupo filhos de Gandhi e do bloco carnavalesco Cacique de Ramos, também, estiveram presentes, dezenas de crianças representaram o futuro do carnaval. 

O mestre de cerimônia Milton Cunha abriu os “trabalhos” fazendo algumas homenagens, dentre uma delas, ao síndico da Avenida, o grande Machine, pelos relevantes serviços prestados ao samba, e a Juíza da 1ª Vara da Infância, da Juventude e do Idoso, a Dra. Ivone Ferreira Caetano, pelos relevantes serviços prestados à sociedade fluminense e ao samba. Em um momento de oração, o presidente da LIESA, Jorge Castanheira, pediu um minuto de silêncio pela morte criminosa do coordenador de desfiles Eugênio Onça. Em seguida, o ator Milton Gonçalves prestou homenagem calorosa a Darcy Ribeiro, ex-Vice-Governador do Estado do Rio de Janeiro, que empresta seu nome à passarela, idealizada pelo arquiteto Oscar Niemeyer.

A bateria mesclada de ritmistas do Estácio de Sá, Unidos da Tijuca e outras escolas, foi comandada pelos mestres Casagrande da Unidos da Tijuca e Paulinho (ex-Vila Isabel). Em seguida, o cantor Dudu Nobre abriu o seu show com sambas antológicos. Após a grande festa religiosa, a Unidos de Vila Isabel, iniciou seu ensaio técnico, com o teste de som e luz para os desfiles oficiais.

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