‘Pré-história do samba’ é abordada no 2º Congresso Nacional do Samba

O Museu da República, no Catete, foi o palco escolhido para a realização 2º Congresso Nacional do Samba. Na manhã de sábado, na sala 01, o tema abordado foi: “A Diversidade do Samba e o Patrimônio Cultural Imaterial”. A mesa de debatedores foi formada por Diego da Costa, Tereza de Almeida, Isabela Martins, Rafael Benvindo e Tatiana da Costa, que apresentaram seus estudos sobre o tema.

O primeiro foi Diego, que é aluno de doutorado em educação escolar, e seu estudo foi o Jongo. De acordo com o palestrante, o Jongo nasceu na senzala e se tornou cultura popular. Ele fazia parte de festas. O estudo foi feito no Vale do Paraíba.


Na sequência foi apresentado o estudo da professora de Literatura Brasileira na Universidade Federal de Santa Catarina, Tereza de Almeida. Ela apresentou um estudo sobre o "Samba e Memória Musical”. O objetivo do estudo foi refletir à presença do samba no contexto contemporâneo.

A terceira a apresentar seu estudo foi Isabela Martins mestranda em Sociologia da UNESP em Araraquara e trouxe o tema: "Ressoâncias: Dos Afro-sambas ao Metá-Metá". Ela falou sobre dois álbuns distantes em tempo e espaço. Um de 1966 e outro de 2011. E seu estudo mostra a importância afro-brasileira na constituição da história canção popular brasileira.


Já o quarto a se apresentar foi Rafael Galante, músico e bacharelado em história pela Universidade de São Paulo. Galante apresentou o estudo: “Os Sambas no Contexto da Diáspora Musical Africana nos Séculos XIX e XX”. Com esse trabalho, ele relatou que o samba estudado não foi de hoje e sim de antigamente: – Não me importei muito com quem fundou o samba entre outros mitos. Eu trabalhei com a pré-história do samba.

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