Prefeito e presidente da Riotur lançam o livro ‘Blocos de rua do carnaval do Rio de janeiro’

O livro “Blocos de rua do carnaval do Rio de janeiro” foi lançado na noite desta terça-feira com grande festa na sede do Cordão da Bola Preta, no Centro do Rio. O evento contou com a presença do prefeito Eduardo Paes e do secretário de Turismo, Antônio Pedro Figueira de Melo, além de representantes de blocos do estado. A publicação tem como autor Aydano André Motta, jornalista do jornal O Globo, e fotografias de André Arruda e Custódio Coimbra, da Editora Réptil em parceria com a prefeitura do Rio de Janeiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A festa teve seu início às 20h com apresentação do Cordão da Bola Preta, relembrando várias marchinhas de carnaval para ambientar os convidados. O prefeito chegou 40 minutos depois. Em meio às brincadeiras, Paes ressaltou a importância dos blocos para o carnaval carioca. Em seguida foi a vez da bateria da Sebastiana (Associação Independente dos blocos de carnaval de rua da Zona Sul, Santa Teresa e Centro da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro) entrar em cena e interpretar vários sambas históricos de escolas de samba.

Antônio Pedro disse ao CARNAVALESCO sobre essa nova fase dos blocos e sobre a educação dos foliões:

– É um sucesso absoluto. Nosso carnaval é muito grandioso. Nós temos três carnavais: o do Sambódromo, o dos blocos e o dos bailes. Depois vamos dar outro passo, que será a volta do banho de mar a fantasia. Primeiro eu acho que a palavra do momento é educação, nós vimos a quantidade de lixo que tivemos em Copacabana esse ano no Réveillon, então precisamos mudar esse conceito, cada um tem que fazer seu papel. Em outras cidades também é dessa maneira, sendo que nós temos que mudar isso, principalmente com o momento que estamos vivendo, próximos a grandes eventos.

Durante duas horas, Aydano e André Arruda autografaram o livro, enquanto Coimbra ficava circulando pelo local. Já no final do evento, o jornalista falou ao CARNAVALESCO sobre a iniciativa e sua participação no livro:

– A ideia não foi minha, foi da Luiza, editora da Réptil, que me convidou porque conhece meus textos e sabe da minha luta pelo carnaval carioca. Estudei durante alguns meses a história dos blocos para construir esse livro. Eu fiz isso para o Rio de Janeiro, porque é a melhor fase do estado, por isso ela deve ser festejada e celebrada. São 30 blocos no total, fizemos a seleção por tamanho, tradição e também contemplando pontos da cidade. Foi um trabalho que durou aproximadamente seis meses, contamos com um projeto gráfico magnífico, uma peça chave do livro, que torna a leitura mais fácil.

A publicação conta com blocos como Bola Preta, Banda de Ipanema, Carmelitas, Barbas, Cacique de Ramos, Simpatia é Quase Amor, Mulheres de Chico, Monobloco entre outros.