Reginaldo diz que quebra de contrato é arbitrariedade da Prefeitura

 

 

O presidente da Liga Independente das Escolas de Samba do Grupo de Acesso, Reginaldo Gomes, revelou com exclusividade ao site CARNAVALESCO que a medida pela Prefeitura de anunciar que a Lesga não é mais reconhecida como organizadora dos Grupos de Acesso A e B é arbitrária. Segundo Reginaldo, a Prefeitura não pode quebrar o contrato firmado com a entidade unilateralmente sem que houvesse uma conversa entre as duas partes. Além disso, o dirigente alega que a Prefeitura ainda precisa repassar 10% da subvenção para as agremiações.

 

– Temos uma reunião marcada com todas as escolas para a próxima segunda-feira, a partir das 14h. Nela vamos resolver qual será a medida que iremos tomar. Ainda não recebi nenhum comunicado oficial, mas de antemão, já digo que estamos analisando junto ao nosso departamento jurídico as cláusulas do contrato firmado com a Prefeitura. A época da ditadura militar já passou. Eles não podem simplesmente cancelar o contrato sem que haja uma conversa. Nós não aceitamos essa situação. O secretário também não tem direito de ignorar a Lesga.

 

Perguntado toda essa situação poderia manchar o acesso da Inocentes de Belford Roxo, escola que também é presidente, para o Grupo Especial, Reginaldo não acredita.

 

– Não creio nisso não. Estou falando aqui como presidente da Lesga. A Inocentes subiu com merecimento e isso não tem nada relação com o que a Prefeitura alega para quebrar o contrato. Eles alegam que o não rebaixamento é uma quebra de contrato, mas estamos avaliando essa situação.
 

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