Rodrigo Coutinho analisa a bateria da Imperatriz no desfile

Por Rodrigo Coutinho

imperatriz_%c2%addesfile_2018_49Irrepreensível o trabalho feito pela Swing da Leopoldina comandada pelo mestre Lolo nesta quinta-feira. A bateria da Imperatriz Leopoldinense deu mais uma aula de ritmo e ousadia, sem falhar sequer um minuto. A largada foi com o andamento em 145 BPM, pouco antes da saída da bateria do primeiro recuo foi a 144, e retornou a 145 já no segundo recuo.

Trabalho fantástico em todos os naipes. Não houve falhas na execução do toque de nenhum instrumento. Destaque total para os instrumentos do peso. Marcadores e caixeiros muito firmes, repiques somando ao ritmo e terceiras com pontuações sempre muito interessantes.

Conjunto de bossas de alto grau de dificuldade, convenções muito inteligentes feitas diversas vezes e valorizando a melodia da obra. A tendência é novamente conseguir os 40 pontos para a verde e branca de Ramos.

É impressionante o nível em que a bateria da Imperatriz chegou em três anos de trabalho de Lolo. O grau de excelência alcançado, quando vem, geralmente só é obtido com pelo menos o dobro de anos para evoluir.

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