Rodrigo Coutinho analisa a bateria da Santa Cruz no desfile

Por Rodrigo Coutinho

santa-cruz_desfile_2018_63Sob a batuta do mestre Riquinho pelo quarto ano seguido, a bateria Tabajara da Acadêmicos de Santa Cruz teve um rendimento mediano. Andamento com largada a 149 BPM e mantido durante todo o desfile, algo bem positivo. O maior problema certamente esteve na afinação dos surdos. Primeiras e Segundas sem padronização, com muitas tonalidades diferentes, prejudicando o conjunto da bateria e a pulsação correta. Destaque para a mescla de duas batidas de caixa, que funcionou muito bem ao longo do desfile. Batida ”em cima” similar a maioria das escolas (Tijuca, Salgueiro, Estácio…). Batida ”em baixo” reta. As duas somavam nas notas acentuadas e produziam uma boa base de ritmo.

Bossas bem planejadas e na grande maioria das vezes bem executada. Houve evolução de uma forma geral na bateria, mas alguns detalhes acabam separando a bateria da Santa Cruz de uma melhor avaliação. A ala de chocalhos teve desempenho irregular. Em alguns momentos funcionavam bem, em outros acabava não apresentando o som unitário necessário. Agogôs também não produziram um bom rendimento. Houve falta de sincronia próximo ao segundo e ao terceiro módulo.

Tamborins funcionando bem ao longo do desfile no ritmo contínuo. Pequenas falhas de sincronia em alguns pontos do desenho rítmico e nas participações das bossas porém.

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