Salgueiro tem galeria de campeões extensa e um duelo particular entre Dudu Botelho e Marcelo Motta nos últimos anos

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Ganhar um samba-enredo no Acadêmicos do Salgueiro é uma honra com que muito compositor sonha. Algumas das obras que mudaram os rumos da forma de se fazer samba são da vermelha e branca da Tijuca. A escola que não se cansa em ser vanguarda no carnaval. Com uma galeria de campeões vasta, o compositor Bala é o seu maior vencedor. Morto em 2015, João Nicolau Carneiro Firmo, é autor de alguns dos maiores clássicos da safra salgueirense, como ‘Bahia de todos os Deuses, de 1969, ‘Skindô, Skindô’, de 1984 e ‘Peguei um Ita no Norte’, de 1993. Desde 1984, ele lidera a galeria de campeões da escola, obtendo um total de 11 sambas no Salgueiro.

Um dos fundadores do Salgueiro, Djalma Sabiá, contribuiu com seis sambas para sua escola, tendo sido o maior campeão da escola até 1984, hoje é o segundo maior campeão da vermelha e branca. Sabiá segue desfilando na agremiação aos 91 anos e é um dos autores de ‘Chico Rei’, de 1964, um dos mais belos sambas-enredo de todos os tempos.

Mas nos últimos anos o Salgueiro vem assistindo a um duelo particular nas composições que leva para avenida. Os compositores Dudu Botelho e Marcelo Motta, ambos finalistas novamente, são os mais bem sucedidos compositores dos anos recentes na agremiação. A dupla iniciou junta sua trajetória, ganhando os sambas de 2007 e 2008. Desde a separação da parceria, Motta venceu as finais de 2012, 2013 e 2016. Dudu sagrou-se campeão ainda em 2011 e 2014. Seu grupo venceu também em 2015, mas o compositor não participou da composição. Foi com Dudu que Xande de Pilares finalmente venceu seu primeiro samba no Salgueiro. A última final do Salgueiro sem o triunfo de uma das duas parcerias foi para o Carnaval 2010.

Confira a galeria de campeões no Salgueiro:

11 vezes

Bala – 1955, 1961, 1966, 1969, 1979, 1983, 1984, 1987, 1992, 1993, 1994

 

6 vezes

Djalma Sabiá – 1956, 1957, 1958, 1959, 1964, 1976

5 vezes

Duduca – 1954, 1955, 1959, 1961, 1970
Geraldo Babão – 1962, 1964, 1965, 1973, 1977
Arizão – 1988, 1989, 1990, 1993, 1994
Demá Chagas – 1989, 1990, 1993, 1994, 1999
Luiz Pião – 2007, 2008, 2011, 2014, 2015
Marcelo Motta – 2007, 2008, 2012, 2013, 2016

4 vezes

Zuzuca – 1966, 1971, 1972, 1980
Celso Trindade – 1983, 1993, 1994, 1999
Eduardo Dias – 1995, 1996, 1997, 1999
Leonel – 2002, 2003, 2004, 2006
Luizinho Professor – 2002, 2003, 2004, 2006
Dudu Botelho – 2007, 2008, 2011, 2014

3 vezes

Zé Dil – 1974, 1980, 1982
Alaor Macedo – 1988, 1989, 1990
Adalto Magalha – 1995, 1996, 1997
Guaracy – 1993, 1994, 1997
Márcio Paiva – 1995, 1996, 1997
Serginho 20 – 2002, 2003, 2004
Fernando Magaça – 2005, 2006, 2010
Moises Santiago – 2005, 2006, 2009
Jassa – 2010, 2014, 2015
Miudinho – 2011, 2014, 2015
Sidney Sã – 2002, 2003, 2004

2 vezes

José Ernesto aguiar – 1954, 1955
Nilo Moreira – 1956, 1966
Anescar – 1960, 1963
Noel Rosa de Oliveira – 1960, 1963
Aurinho da Ilha – 1967, 1968
Renato de Verdade – 1977, 1978
Buguinho – 1981, 1988
Mauro Torrão – 1981, 1988
César Veneno – 1982, 1987
Jorge Moreira – 1985, 1986
Tiãozinho do Salgueiro – 1992, 2006
Tico do Gato – 1997, 2012
Claudinho – 2002, 2003
Nêgo – 2001, 2002
Waltinho Honorato – 2005, 2006
Paulo Shell – 2006, 2009
Josemar Manfredini – 2008, 2010
Xande de Pilares – 2014, 2015
Betinho de Pilares – 2014, 2015

1 vez

Abelardo Silva – 1954
Eden Silva – 1956
Armando Régis – 1957
Carivaldo da Mota – 1958
Graciano Campos – 1958
Juca – 1961
Binha – 1964
Valdelino Rosa – 1965
Manuel Rosa – 1969
Omildo – 1970
Miro – 1970
Silvio – 1970
Malandro – 1974
Dauro Ribeiro – 1975
Mário Pedra – 1975
Nininha Rossi – 1975
Zé Pinto – 1975
Cuíca – 1979
Luís Marinheiro – 1979
Edinho – 1980
Haydée – 1980
Moacir Arantes – 1980
Pompeu – 1980
Henrique Rodrigues Filho – 1981
David Correa – 1984
Jorge Macedo – 1984
Jorge Melodia – 1985
Paulo Emilio – 1986
Bicho de Pena – 1986
Marcelo Lessa – 1986
Didi – 1987
Gilberto Tobias – 1988
Henrique do Salgueiro – 1988
Jorginho da Cadeira – 1988
Rixxah – 1988
Rolando Medeiros – 1988
Helinho do Salgueiro – 1989
Rubinho do Afro – 1989
Fernando Baster – 1990
Pedrinho da Flor – 1990
Diogo – 1991
Luiz Fernando – 1991
Sereno – 1991
Efealves – 1992
Preto Velho – 1992
Sobral – 1992
Mestre Louro – 1998
Paulo Onça – 1998
Líbero – 1999
Fernando Baster – 2000
JC Couto – 2000
João da Valsa – 2000
Touro – 2000
Wander Pires – 2000
Augusto – 2001
José Carlos Saara – 2001
Rocco Filho – 2001
Prof. Newtão – 2004
Luiz Antonio – 2005
ABS – 2006
Zé Paulo – 2007
João Conga – 2008
Leandro Costa – 2009
Tatiana Leite – 2009
Brasil do Quintal – 2010
Betinho do Ponto – 2010
Anderson Benson – 2011
Diego tavares – 2012
Dilson Marimba – 2012
Domingos PS – 2012
Ribeirinho – 2012
Ge Lopes – 2013
João Ferreira – 2013
Thiago Daniel – 2013
Rodrigo Raposo – 2014
W. Correa – 2015
Francisco Aquino – 2016
Fred Camacho – 2016
Getulio Coelho – 2016
Ricardo Fernandes – 2016

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