Sem o Carandiru, Avenida Brasil e no Caju são alternativas para abrigarem escolas

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O presidente da Liga das Escolas de Samba do Grupo de Acesso, LESGA, Reginaldo Gomes, participou de uma reunião com o secretário de Turismo do Rio de Janeiro, Antônio Pedro Figueiras de Mello, para solicitar uma solução sobre a remoção das escolas de samba que possuem barracão ou quadra no terreno da antiga Rede Ferroviária Federal (RFF), na Praça Marechal Hermes, no Santo Cristo, no espaço chamado Carandiru, pois esta região ganhará um banho de obras do projeto "Porto Maravilha", e vai abrigar construções para os Jogos de 2016.

A reunião de emergência foi devido ao fato de um grupamento de policiais e da Guarda Municipal, com um oficial de Justiça, mais representantes da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto, terem ido realizar a reintegração de posse à União, a mesma foi adiada e as agremiações terão 30 dias para sair do local.

– O secretário Antônio Pedro demostrou boa vontade em nos ajudar. A Riotur está realizando um estudo para custear aluguéis em imóveis próximos, que facilitem o transporte das alegorias para o Sambódromo. Já pesquisamos alguma coisa na Avenida Brasil e no Caju. O importante é que as escolas de samba não sejam prejudicadas, pois além do espetáculo existem muitas famílias que tiram seus sustentos dos barracões e a boa localização ajuda no custeio da passagem dessas pessoas – declarou, Reginaldo Gomes, representante das agremiações do Grupo de acesso A e B (União do Parque Curicica, Unidos de Padre Miguel, Mocidade de Vicente de Carvalho, Unidos de Vila Santa Tereza, Difícil É o Nome, União de Jacarépagua).

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