Vencedores do Estrela do Carnaval, Marcella e Sidclei celebram entrosamento no Salgueiro

 

 

O caminho deles demorou para se cruzar, mas quando aconteceu se deu de maneira grandiosa. Crias do Salgueiro, o casal de mestre-sala e porta-bandeira, Sidclei e Marcella Alves receberam o prêmio Estrela de Carnaval. A entrega será no dia 13 de abril, a partir das 13h, em feijoada, na quadra do Salgueiro. A camisa-convite já está à venda na quadra e no Centro Cultural Djalma Sabiá, e custa R$ 35 antecipada. Vale lembrar que não há reserva e tampouco cobrança de mesa na quadra. A ocupação é por ordem de chegada ao evento.

Para a porta-bandeira, é uma premiação que marca seu bom momento. – Acho que sou a primeira a ser bicampeã. Pra mim é uma honra muito grande receber um prêmio dessa importância, dado por gente que acompanha o nosso trabalho o ano todo. Para Sidclei a premiação é a coroação de um ano de muito esforço. – O CARNAVALESCO é o site de carnaval mais acessado do Brasil e com jurados especialistas. Isso dá um gosto especial e coroa um ano em que eu e a Marcella nos dedicamos muito, declarou.

A passagem  do casal pela Sapucaí foi um dos pontos altos do desfile salgueirense, vice-campeão em 2014. Tanto para Marcella, como para Sidclei o momento de maior emoção, no entanto, se deu antes mesmo de cruzarem o início da pista. – Ali no Setor 1, no momento do esquenta eu me dei conta de que estava de volta pra casa, contou Marcella. Sidclei agradeceu o apoio da parceira e se disse honrado em fazer par com uma das maiores porta-bandeiras da atualidade. – A Marcella sempre passou confiança pra mim. Dançar ao lado dela é um privilégio e uma honra. Eu só tenho a agradecer a força, disse Sidclei.

Apesar de ser jovem Marcella Alves é uma porta-bandeira das mais experientes do carnaval atual. Começou sua carreira no Salgueiro em 2001 e deixou a vermelho e branco no Carnaval 2005. Depois de oito carnavais afastada retornou para substituir Gleice Simpatia e formar par com Sidclei. – Nós quase dançamos juntos pela Caprichosos uma vez, mas não foi possível, disse o mestre-sala.

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