Vigário Geral abre Série B com desfile digno plasticamente

Por Guilherme Ayupp. Foto: Magaiver Fernandes

vigario-geral_desfile_2018_27O Acadêmicos de Vigário Geral foi a escola que teve a responsabilidade de abrir o desfile da Série B em 2018 na passarela popular da Estrada Intendente Magalhães. Terceira colocada da Série C ano passado, a agremiação fez uma apresentação bastante digna para uma escola oriunda da divisão inferior. O destaque do desfile ficaram por conta dos figurinos da escola e a comissão de frente, sob o comando de George Louzada. A escola enfrentou dificuldades em harmonia e evolução.

O aspecto plástico do desfile que trazia o enredo ‘Dos tambores Aficanos ao Bandonéon – Tango um sentimento que se dança’ foi bem interessante. As alas vieram com fantasias bonitas e completas. Os três carros apresentados não tinham nenhuma falha grave de acabamento, considerando-se os escassos recursos que as agremiações da Série B enfrentam. Não foi possível analisar a execução do enredo da escola na avenida, devido à falta de disponibilidade do livro abre-alas.

O desfile que abriu o carnaval se deu de forma fria em relação à interação com o público. As alas cantaram pouco o samba-enredo da escola, o que pode acarretar em descontos dos jurados nos módulos de julgamento. A evolução da escola também apresentou falhas com as alas sem empolgação e um andamento de desfile irregular.

A comissão de frente, sob o comando de George Louzada, empolgou o público presente na Intendente Magalhães. O grupo realizou uma dança africana com uma grande sincronia entre os movimentos. Em todos os módulos de julgamento foi muito aplaudida por público e jurados. O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Diego Jenkins e Cris Soares, também se destacou com uma bela fantasia e uma apresentação sem erros nas cabines de julgamento.

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