Por Matheus Mattos

Última a cruzar o sambódromo da Sapucaí em 2020, a bateria da Beija-Flor apresentou um ritmo consolidado e limpeza nos desenhos de tamborins. Aprofundando os comentários no instrumento, o carreteiro durante a execução do samba se destacou pela limpeza. Até mesmo a subida clássica da primeira estrofe foi executada de forma diferente, ela no caso contou com uma proposta de crescente.

Beija

Os ataques de caixas com chocalhos estiveram presentes na maioria dos breques. Tal ato foi bem executado pelos ritmistas. Assim como a frigideiras localizadas ao fundo da bateria que demonstraram bom entrosamento com o restante da bateria.

O principal breque da bateria foi visto no primeiro refrão. Os repiques chamavam e os instrumentos restantes respondiam. A variação continua até o meio da primeira estrofe.

No minuto 31, logo quando a bateria entrou na pista, alguns instrumentos sobraram quando a bossa citada acima foi executada. A bateria se encontrava distante da cabine de jurados.

No trecho “Nessa imensidão azul do teu amor”, os cavacos realizaram uma variação na forma de tocar as cordas. Já no “Saudade persiste”, o violão aproveitou pra dedilhar.

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