Por Matheus Mattos

A Furiosa, do Salgueiro, foi a terceira bateria a cruzar o sambódromo da Sapucaí. A divisão clara dos naipes e a boa sustentação do andamento enriqueceram o lado musical da escola. Os mestres, Guilherme e Gustavo, optaram por duas bossas utilizadas em pontos estratégicos.

A paradinha do “Mas se todo show tem que continuar” trabalhou pra combinar com a proposta apresentada pelo enredo. A parte da bateria tem um desenho simples, mas o que enriqueceu foi o arranjo de cordas. Os solos preenchiam os pequenos vazios com êxito.

Além da citada, mais uma bossa seguiu a característica de circo, com rufadas e conversa das marcações.

Outro detalhe importante é que, tanto nas convenções, quanto no próprio andamento, o surdo de terceira enriqueceu o conjunto musical.

Na principal bossa, a retomada da bateria depende da complexidade da informação do instrumento. Pelo boa execução, influenciou nas retomadas objetiva da bateria.

O Cavaco não só apareceu na paradinha, mas como também variou durante o desfile, como o notado no trecho “A luta me fez majestade”.

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