A última escola a se apresentar pela Série Ouro em 2022, trouxe à Sapucaí suas baianas representando a sabedoria e os segredos das pretas mirongueiras, aquelas que guardam os saberes mágicos que são capazes de fechar os corpos e abrir caminhos. Iris Pinhares, baiana há 7 anos, em entrevista ao site, relatou a praticidade da fantasia desse ano.

“A fantasia parece que foi feita pensada para cada componente da ala, caiu como uma luva e isso é o mais importante.”

A história do capoerista apelidada de de Besouro Mangagá é um enredo que conta com muitos mistérios e mandingas. Mandingas estas que são guardadas pela sabedoria popular de mulheres que sabiam os segredos oriundos da cultura africana e foi isso que veio trazer a ala das baianas à Sapucaí.

Utilizando cores chamativas e traços de características africanas a Verde e Branca de Madureira trouxe para a personificar a sabedoria e os segredos das pretas mirongueiras a ala das baianas. Mara Cristina que desfila desde os 13 anos, contou como foi desfilar com essa fantasia.

“A fantasia está ótima, posso dizer que está ate gostosa de vestir. Nós viemos representando as mirongueiras, então as cores fortes, os traços da fantasia, encaixaram perfeitamente com o que propôs”, elogiou.

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