Em uma homenagem a Benjamim de Oliveira, o Salgueiro teve o circo como pano de fundo no seu desfile. A escola levou fantasias irreverentes, com componentes caracterizados como artistas circenses. As baianas da vermelha e branca foram incumbidas de representar as cartomantes. Mulheres que fazem adivinhação por intermédio de baralhos.

Localizadas no segundo setor da escola, as matriarcas vieram com uma fantasia mesclando as cores branco, preto, vermelho e dourado. Os símbolos dos naipes do baralho foram colocados na indumentária e no chapéu. Nas mãos, as baianas carregaram um leque, objeto característico das ciganas que realizavam tal trabalho de vidência nos circos. As componentes se mostraram satisfeitas com a roupa, que estava bastante leve, segundo Cíntia Correa.

“Sou baiana do Salgueiro há 3 anos. Nós representamos cartomantes com uma fantasia muito leve. Quando vi o conjunto, com todas arrumadas, fiquei encantada”, afirmou.

Fazendo jus ao papel que foram delegadas pelo artista Alex de Souza, as integrantes da ala previram o possível futuro da agremiação ao passar pela dispersão.

“Vejo minha que escola será campeã. Está escrito que levaremos o troféu para casa mais uma vez”, brincou Valéria Cunha, de 60 anos.

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