A ligas de blocos Sebastiana, além do Cordão da Bola Preta, Amigos do Zé Pereira e demais grupos, estão cientes que para a realização do carnaval de rua no Rio de Janeiro em 2021 só será possível caso tenha alguma vacina contra a Covid-19.

“No entanto, há consenso de que é preciso ter responsabilidade para promover esse tipo de encontro, em que pese a existência de condições seguras de saúde para as pessoas. Bloco carnavalesco pressupõe aglomeração do início ao fim, com contatos de primeiríssimo grau entre beijos, abraços, compartilhamento de bebidas e de transportes públicos. Nem as máscaras serão suficientes para manter o carnaval”, disse Rita Fernandes, da Veja Rio.

Ainda, segundo Rita Fernandes, os blocos adiaram para os meses de setembro e outubro uma conversa sobre o futuro do carnaval de rua no Rio de Janeiro.

Responsável pela organização do carnaval de rua do Rio, a Riotur informou na reportagem da Veja Rio que ainda não é possível ter nenhuma definição sobre o Carnaval 2021.

“Uma decisão sobre este assunto, claro, deve ser tomada em conjunto, sempre baseada em estudos científicos que garantam a segurança de todos. Este cenário, ainda inconclusivo quanto ao desta pandemia, dificulta previsões”, informou a Riotur para Veja Rio.

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