De volta à Série A após dois anos, o Império Serrano realizou na Companhia dos Técnicos em Copacabana as bases de bateria para a sua faixa no CD da Lierj. O estúdio recebeu a bateria Sinfônica, sob o comando de mestre Gilmar e o intérprete Leléu, que foram orientados pelo produtor Leonardo Bessa. A diretoria da escola também acompanhou cada etapa da gravação.

Mídia parceira nas gravações da Série A, o site CARNAVALESCO conta os detalhes da gravação. O intérprete Leléu ressaltou o orgulho em ser a voz oficial de uma instituição do porte da verde e branca da Serrinha em uma gravação. O cantor enumerou as qualidades do samba e da bateria e revelou o que o mundo do samba vai encontrar na faixa imperiana.

“Terceiro ano no Império e o segundo como microfone principal. Não tenha dúvida do tamanho da minha honra em estar à frente do carro de som dessa escola. E fortalecida por cantar a obra de um grande mestre que é o Aluísio Machado. A bateria do Império é sempre um caso à parte, o pessoal é muito versátil. O samba além de ter muita alegria, é melodioso e muito forte. Os fãs dessa escola gigante vão gostar bastante”, elogia Leléu.

Mestre Gilmar tem a responsabilidade de mais uma vez comandar uma das baterias mais emblemáticas do carnaval, a Sinfônica do Samba. Ele revela à nossa reportagem que buscou resgatar os desenhos de agogô (instrumento típico da bateria imperiana) na gravação deste ano.

“Fizemos uma gravação bem simples. Precisávamos de um samba valente e venceu na final aquele que a maioria quis. Deixamos mais a letra do samba para as pessoas pegarem. A melodia permitiu algumas bossas dentro dela, não é o que vou levar para a avenida claro. Enriquecemos o samba, mas o que vai ficar mais elaborado deixamos para o desfile. O agogô eu trouxe a base do passado, usamos cinco, para dar um volume gostoso. Fizemos desenhos antigos, de 30, 40 anos. Quem vai ouvir vai identificar o Império Serrano”, destaca.

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