Os ensaios técnicos para a temporada 2019 devem ser viabilizados pela Liesa. Sem confirmar e nem negar a informação, o presidente Jorge Castanheira afirma que a situação está próxima de uma definição. Ele lembra os 15 anos de realização dos ensaios e reafirma que a Lei Rouanet pode englobar mais de uma empresa no patrocínio.

“Todos nós estamos torcendo pela viabilização. a Lei Rouanet pode ser uma ou mais empresas. Temos estudado muito sobre isso, precisamos voltar a reviver aqueles momentos gloriosos. É um momento difícil que estamos tentando superar. Se a prefeitura sinalizar com uma questão definitiva com as datas de repasses acredito que possamos focar mais nos ensaios”, avalia.

O presidente da Liesa, ao ser perguntado se o repasse de verbas foi liberado conforme informou o jornal O Globo, afirmou que ainda não houve a assinatura do contrato da prefeitura com as 14 escolas do Grupo Especial.

“O contrato com as escolas ainda não foi assinado. Há uma promessa, mas a assinatura ainda não foi feita. Quem pode responder é o presidente da Riotur. A gente segue confiando e acreditando em uma solução melhor para todos. Não trabalhamos com plano B para o não repasse. Estamos apenas aguardando um posicionamento da prefeitura com relação ao prazo dos repasses”.

Indagado sobre se a decisão da Mocidade de boicotar a festa do CD, Castanheira evitou o confronto com a sexta colocada no desfile de 2018 e destacou que o protesto da Estrela Guia é legítimo.

“A decisão da Mocidade foi tomada por ela e anunciada em plenária. É um posicionamento individual da agremiação, uma forma de protestar contra este atraso no planejamento do carnaval. A dificuldade é de todas e respeitamos o direito da escola de não participar da festa do CD”, finalizou.

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