Recém-contratado pela União da Ilha e com carta branca do presidente Djalma Falcão para tomar decisões, Laíla segue inovando na tricolor insulana. Depois de não entregar sinopse aos compositores e abolir as alas comerciais na escola, o experiente dirigente não obrigou os compositores a entregarem CDs com o samba gravado na inscrição, que aconteceu nesta terça na quadra. A escola recebeu 24 sambas para o concurso.

* Ouça os sambas concorrentes da União da Ilha para o Carnaval 2020

As parcerias que desejassem gravar a faixa, no entanto, não foram proibidas de fazê-lo. A partir dessa semana e na próxima, Laíla fará audições na quadra, sem a presença da bateria, apenas em ritmo de ‘pagode’, para decidir as obras que têm condições de chegarem para a disputa final. O diretor explicou os motivos da medida em entrevista ao site CARNAVALESCO.

“O primeiro deles é o aspecto financeiro. Obrigando os compositores a gravar em estúdio você criar um gasto oneroso. Em segundo nós temos buscado devolver o protagonismo para a ala de compositores. Adianto que o presidente me deu carta branca, eu não descarto nada. Junção, mexidas nas obras. A Ilha precisa ter um samba adequado ao seu carnaval e o canto da comunidade”, explica.

A única exigência para as parcerias era a entrega da letra do samba e um áudio ‘amador’, que poderia conter apenas um cantor e um cavaco cantando o samba-enredo. A final da agremiação ainda não está confirmada, mas deve acontecer no próximo dia 12 de outubro.

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