Em exaltação à figura do compositor Lamartine Babo a Imperatriz Leopoldinense o coroou junto de seu símbolo máximo. Fechando o desfile, a alegoria intitulada “Palco Iluminado: Só dá Lalá” ressaltou a figura do artista como “o Rei do Carnaval” título que recebeu por conta de seus trabalhos populares na festa.

O carro tinha um nível altíssimo em construção estética, riqueza de detalhes. Leandro Vieira é um artista singular na construção artística, assim como exigente, fez jus então ao carro da coroa, grande símbolo da escola, que veio predominantemente dourado.

O logo “Imperatriz” verde com lâmpadas ao redor e anjos em suas laterais foi impactante. A expressão desses bonecos foi minuciosa, emocionou os componentes através da riqueza dos traços, as suas asas douradas com relevos expressivos. A coroa era bastante luxuosa, com detalhes de flores e corações estilizados nas ‘hastes’, que criaram um efeito grandioso.

As fantasia das componentes que vieram no carro também eram ricas em detalhe e acabamento; um vestido branco com detalhes dourados cintilantes e o chapéu de penas verdes. A alegoria foi de luxo, contribuindo para que a Imperatriz voltasse à época em que fazia desfiles memoráveis.

Débora Corrêa, 28 anos, que estreou na Imperatriz ficou emocionada com a imponência do carro. Ao lado dela, mais uma componente não conseguia esconder a emoção; Andressa de Lima, 15 anos, que desfila na Imperatriz desde criança estava visivelmente emocionada em desfilar neste carro.

“Esse é meu primeiro ano desfilando em um carro, mas já são mais de 10 anos saindo na Imperatriz, e é muita honra estar desfilando no carro da coroa, para nós é muita
felicidade, já que representa o símbolo da nossa escola”, disse a componente que emendou.

“Esse carro está lindo, bem detalhado, tudo muito bem acabado. A gente anda pelo carro e não se vê um defeito ou algo faltando, está perfeito. Até estávamos aqui agradecendo o pessoal que fez o carro, que ajudou na confecção, eles que fazem essa festa e isso tudo acontecer. É uma felicidade muito grande e um sentimento inexplicável”, finalizou a jovem imperiana.

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