Os leitores do site CARNAVALESCO e torcedores da São Clemente escolheram a equipe dos sonhos. Foram dois momentos: o primeiro com a indicação e o segundo com a abertura da votação popular. Somente quem já tinha desfilado pela agremiação poderia fazer parte do time da história.

Duas categorias tiveram mais de 90% das indicações na primeira etapa e nem fora para classificação geral. O lendário Marquinho entrou direto como diretor de harmonia e Ricardo Almeida Gomes como diretor de carnaval.

Para o casal de mestre-sala e porta-bandeira da história da São Clemente foram escolhidos: Sidclei (56,1%), que desfilou em 2000, e, Denadir (50,3%), de 2012 a 2017.

Caliquinho recebeu 52,6% dos votos para ser o mestre de bateria da história da São Clemente. O atual presidente Renatinho ficou com 26% e a dupla Caliquinho e Gil terminou com 21,4%.

Igor Sorriso venceu com 67% como intérprete da equipe dos sonhos da São Clemente. Leozinho Nunes recebeu 22% e Leonardo Bessa ficou com 11%.

Por 68,2% dos votos, o coreógrafo Junior Scapin foi eleito para comandar a comissão de frente da história. Sérgio Lobato ganhou 31,8%.

A disputa pelo posto de carnavalesca foi acirrada e a vitória foi da professora Rosa Magalhães. Ela recebeu 39,9%, contra 31,2% para Jorge Silveira e 28,9% para Milton Cunha.

O samba-enredo de 1990 (“E o samba sambou”), que foi reeditado em 2019, foi escolhido como a trilha sonora para o desfile da história da São Clemente. A obra é assinada pelos compositores Helinho 107, Mais Velho, Chocolate e Nino.

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