O último trecho do samba-enredo do Paraíso do Tuiuti serviu de inspiração para a última alegoria da escola de São Cristóvão. Para encerrar o desfile, o cortejo subiu e saudou Sebastião. Com um enorme altar saudando a cidade do Rio de Janeiro. Que foi fundada durante o reinado de Dom Sebastião, outro homenageado do enredo.

No topo da alegoria havia o sincretismo religioso entre Sebastião e Oxóssi. A figura emocionava o público desde o setor 1 até a dispersão. Os componentes também se mostravam muito emocionados ao ver santo e orixá lado a lado. Desfilando pela primeira vez no Tuiuti, Ana Laidley afirmou ser um privilégio participar do espetáculo proposto pela escola.

“É uma experiência inacreditável, me sinto privilegiada. Fiz uma oração ainda na concentração, pedi proteção para que tudo fosse muito bonito em nossa homenagem ao padroeiro”, contou.

A alegoria focou na parte mais religiosa do enredo, e nela, vieram beatas e guardiões num grande altar. Completando 5 anos de Paraíso do Tuiuti, Gustavo Krelim contou o que representava sua composição do carro.

“Viemos representando guerreiros guardiões no último carro. Achei super legal do carnavalesco fechar com nosso padroeiro, super bem amarrado tanto a parte de Portugal quanto a do Rio de Janeiro e fazendo esse link com o Tuiuti. Fico muito feliz com essa costura”, concluiu Gustavo.

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