Circula nas redes sociais um texto para o movimento #naoesofolia que apoia os trabalhadores informais que fazem o “maior espetáculo da terra”. É possível acompanhar pelo Instagram em @naoesofolia

Confira o texto:

“Os trabalhadores que fazem o “maior espetáculo da terra” acontecer precisam do nosso apoio

O Carnaval é um momento muito esperado e de muita alegria para a maioria dos cariocas, seja para quem desfila ou assiste os desfiles das escolas de samba na Sapucaí ou para quem curte os blocos que tomam as ruas da Cidade Maravilhosa. Mas tem um grupo que curte o Carnaval de outra maneira: suando a camisa no trabalho, garantindo que a festa aconteça da melhor maneira possível.

Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a festa movimentou R$ 8 bilhões na economia do País em 2020. O valor representa um aumento de R$ 80 milhões em relação ao ano passado. Só o carnaval carioca movimentou cerca de R$ 2,6 bilhões. Do total de 25,4 mil contratações previstas para todo o Brasil no carnaval, 8,5 mil ficaram concentradas no estado do Rio.

Faltando seis meses para chegar o carnaval de 2021, uma das festas mais importantes da cultura brasileira tem seu futuro incerto por conta da pandemia do novo coronavírus. Grandes escolas de samba do Rio de Janeiro já adiantaram que não devem desfilar em 2021 enquanto não houver uma vacina para a doença.

Além de gerar diretamente milhares de postos de trabalho, as escolas de samba cariocas movimentam uma extensa cadeia produtiva que atinge desde fornecedores de insumos até as indústrias do turismo, de televisão e rádio. O trabalho de costureiras, aderecistas, soldadores, artesãos, pintores, carpinteiros e cenógrafos resulta não só numa grande festa, mas também no sustento de inúmeras famílias o ano inteiro, além de movimentar a economia informal do estado. Caso os desfiles das escolas de samba não aconteçam em fevereiro de 2021, é quase certo que fiquem somente para 2022. Foi o que disse o presidente da Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba do Rio), Jorge Castanheira, após plenária na sede da liga.

Com os trabalhos parados na Cidade do Samba por causa da pandemia do novo coronavírus você já se perguntou como estão sobrevivendo os verdadeiros “heróis dos barracões”?

Copie e cole isso no seu mural se você apoia os trabalhadores informais que fazem o “maior espetáculo da terra” acontecer junto com a hashtag #nãoésófolia. Siga o instagram @naoesofolia para saber os nossos próximos passos!”

Comentários

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui