A Acadêmicos do Tatuapé é uma das agremiações que mais apresentou arranjos musicais no time de cordas durante o carnaval de 2020. Analisando o desfile, o carro de som trouxe solos, arpejos, dedilhados e um jogo interessante entre cordas e vozes. Analisando o critério de julgamento do carnaval de São Paulo, nenhuma dessas atitudes influenciam na nota dada pelos jurados.

Procurado sobre a questão, o diretor técnico da agremiação, Fernando Baggio, conversou com o CARNAVALESCO sobre critério e defendeu julgamento específico para ala musical.

“A ala musical e o carro de som deveriam ser quesito. Indiscutivelmente, é uma parte que influencia muito para o carnaval de maneira geral, e pro trabalho da escola. A gente faz, mesmo não sendo julgado, pra que o samba seja exaltado na avenida e ajude o canto e bateria. A parte musical é um conjunto, mesmo não estando em julgamento”.

Sobre o resultado do carnaval de 2020, Baggio fugiu de reclamações e revelou busca para discutir regulamento para os próximos carnavais.

“A gente sempre recebe as notas com calma, é necessário olhar as justificativas primeiro. Erros podem acontecer na avenida, pra todo mundo. A gente ficou muito triste, se alegoria fosse o último quesito, a gente tinha de novo liderado os oito quesitos e perdido no último. Aconteceram várias coisas que não preciso detalhar aqui, mas a Tatuapé sempre quer o melhor para o carnaval. Nós produzimos um relatório pra enviar pra Liga, pra que eles possam averiguar e melhorar. A gente não reclama do trabalho dos jurados, mas a gente quer sim discutir o que pode ser feito no futuro. Não cabe a nós contestar resultado, é feio, é desagradável”.

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