A história do homem livro, Evandro Santos, fundador da biblioteca Tobias barreto, foi fio condutor do enredo do Império da Tijuca. Ele acumulou mais de 50 mil livros catados do lixo ou através de doações da população. O enredo se debruçava na temática da educação brasileira, contando a história através do homem livro.

Um dos clássicos da literatura mundial, Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes, se transformou em ala na escola do morro da Formiga. No setor das Quimeras Literárias. A fantasia era em diferentes tons de laranja e vermelho, trazendo no chapéu o famoso moinho que Dom Quixote confundiu com um gigante. De fácil leitura, o figurino estava dentro da proposta do enredo de Guilherme Estevão.

“Dom Quixote e Quimera da Loucura” era o titulo da décima ala da escola, que fez referência ao cavaleiro andante, com seu traje lúdico. Em seu terceiro ano desfilando pela escola, Bárbara Mota, 52 anos, teceu elogios ao figurino da ala.

“A fantasia além de leve e super bonita, possuía um enorme significado por falar de educação na Sapucaí, isso não pode ser deixado de lado”, explicou Bárbara.

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