Por Eduardo Fonseca

Penúltima escola a desfilar na segunda de carnaval, a Mocidade levou o enredo “Elza Deusa Soares” feito por Jack Vasconcelos. A escola de Padre Miguel saiu da avenida confiante no resultado da apuração. Os torcedores estavam bastante felizes antes da abertura dos envelopes. Ao final a escola foi terceira colocada. Melhor colocação após o título de 2017. Em 2018 e 2019 a escola terminou em sexto lugar. Pelo quarto ano seguido a Estrela-Guia retorna no sábado das campeãs.

As notas:

A Mocidade obteve nota máxima nos seguintes em 6 quesitos: Samba-enredo, Comissão de frente, enredo, alegorias e adereços, evolução e harmonia.

Em Fantasias a escola perdeu 0,3 décimos. Sendo, 9.9 10 9.9 9.9 e 9.8 . O mesmo quesito que tirou o título da Mocidade em 2018.

Em bateria, a escola não obteve uma única sequer nota 10. Os torcedores presentes na quadra não acreditaram nas notas baixas para a bateria.

Já o recém formado casal de mestre-sala e porta-Bandeira Diogo Jesus e Bruna Santos, perderam 0,1 décimo no total.

O resultado:

Ao se confirmar o título para a Unidos do Viradouro, os torcedores presentes reconheceram a vitória da escola de Niterói e aplaudiram o resultado. Durante toda apuração o clima era de festa e crença no título. Mas, o terceiro lugar foi muito comemorado na quadra. Alguns integrantes da bateria começaram a tocar e o samba em homenagem a Elza Soares foi cantado a plenos pulmões.

O que dizem os Independentes:

Ao mesmo tempo em que estavam felizes com o terceiro lugar, os torcedores da Mocidade estavam incrédulos e indignados com as notas baixas em bateria.

Luciana Figueiredo, integrante da ala Loucos de Paixão, Exaltou a colocação da escola. “Meu coração está transbordando de alegria. Somos top 3. E protestou contra as notas da bateria. “Mais uma vez, injustamente fomos canetados em bateria”.

Já, Marcelo Guimarães, componente da Mocidade desde 1983, está muito feliz. Porém, sem entender as notas para a bateria. “Estou muito feliz! Não tenho ficar de fora das campeãs . Pois, sabia que a nossa evolução e harmonia iam nos levar ao sábado das campeãs. Mas, eu não aceito essas notas de bateria”.

Para Paula Rosário, do departamento social, ela está contente. Mas, queria ser campeã. “Estou feliz, mas queria ser campeã. Essas notas de bateria ainda não desceram”.

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