Após amargar o 11º lugar no carnaval de 2019, a Beija-Flor de Nilópolis realizou um desfile digno para se reerguer com a ajuda do “povo da rua” e de sua comunidade. O último carro da escola representou muito bem o que o enredo pretendia apresentar, entre o real e a imaginação. A alegoria “Nas asas do Beija-Flor o voo mágico na rua do Marquês” possuía diversas esculturas prateadas, entre elas, um grande Beija Flor na parte da frente junto à Praça da Apoteose e um grande diamante ao centro.

Com muita iluminação e brilho, realçando ainda mais as esculturas do carro. A presença da velha guarda se fez essencial por conseguir retratar a imagem de tradicionalismo e ápice para o desfile. Na iluminação, diversos LEDs azuis faziam referência direta com as cores de Nilópolis. Apesar da imagem luxuosa, o carro aparentava falhas de acabamento principalmente na pintura e formatação das esculturas ao redor da alegoria.

Integrantes da Velha Guarda que estavam presentes no carro, afirmaram que era muito interessante a concepção da obra e o brilho era o diferencial. Mário Castro, que foi durante 27 anos integrante da bateria nilopolitano gostou muito da alegoria.

“O carro era muito bonito, luxuoso e com uma boa iluminação. O balanço dele foi muito interessante no funcionamento na avenida. Escola estava linda. Desfilamos como Beija-Flor”.

Outro componente do carro, Pelezinho, afirma que está na agremiação há 57 anos, desde quando a escola era pouco conhecida.

“Estou na Beija-Flor antes mesmo das pessoas saberem o que era a escola. O carro estava muito bonito e fizemos um desfile tranquilo”, contou.

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