A Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) realizou uma reunião com os empresários que têm comprado os principais camarotes do Sambódromo. A direção da Liga explicou que haverá mais facilidade para o pagamento dos camarotes, com número maior de parcelas e valores mais suaves; e, em contrapartida, maiores responsabilidades para o funcionamento dos espaços nobres da Avenida, com aplicação de multas pecuniárias pela violação dos limites de som, uso de merchandising em locais indevidos, e por frequentadores que invadam a pista.

Foto: Janice Priest/Liesa

O presidente da Liga, Jorge Perlingeiro, ponderou que algumas coisas precisam mudar no funcionamento dos espaços nobres da Passarela. Ele adiantou que, após a data fixada para reservas, a Liesa encaminhará uma minuta de contrato para que os tradicionais compradores analisem como serão feitas a reserva e o pagamento dos camarotes, além das multas pecuniárias previstas para as violações das novas regras.

Os empresários que pretendem comprar os espaços receberão um documento com as novas diretrizes da Liesa. Ao assinarem o documento, selarão a reserva, comprometendo-se a pagar uma taxa de 10% do valor do camarote em agosto; e mais: duas parcelas de 15%, em setembro e outubro; e outras três, de 20%, em novembro, dezembro, de 2022, e janeiro, de 2023.

“Pelas novas diretrizes, os camarotes que não evitarem o vazamento de som para a Avenida; a invasão da pista por seus frequentadores e fizerem merchandising indevido, entre outros itens, serão penalizados com multas pecuniárias”, afirmou Perlingeiro.

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