Do ponto de vista jurídico, a Imperatriz Leopoldinense segue rebaixada à Série A no Carnaval 2020, mesmo com a plenária que salvou a verde e branca de mais um descenço. Isto porque a ata da reunião não foi assinada e juridicamente a reunião não tem valor. A informação foi divulgada pelo jornalista Edmilson Ávila da TV Globo.

A Imperatriz foi recebida esta semana pelo promotor Rodrigo Terra e confirmou que sem a assinatura de ata não houve virada. O Ministério Público deu 15 dias à Liesa para formalizar a reunião (e desta forma executar a dívida de R$ 750 mil). Caso contrário, sem a homologação da reunião, não haverá multa e a Imperatriz seguirá rebaixada.

A reportagem do CARNAVALESCO apurou que embora tenha afirmado publicamente que estaria renunciando ao posto, o presidente Jorge Castanheira não o fez formalmente e por isso permanece como representante legal da entidade. Há a possibilidade de que ele volte atrás.

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