Reeleito neste domingo com uma votação expressiva nas eleições da Portela (377 votos de um total de 450 válidos) o presidente da Portela, Luis Carlos Magalhães, avisou que a escola tem como objetivo principal para próximo carnaval um enredo patrocinado. Segundo o dirigente isso se deve aos dois últimos carnavais muito difíceis enfrentados pela Majestade do Samba.

“O trabalho não para nunca. Para ser sincero eu não posso mais passar o que passei nesses últimos carnavais. Enquanto eu não souber o que, quanto e quando vamos receber do poder público, vou buscar o enredo patrocinado. Até atingirmos um equilíbrio estrutural, fiscal e financeiro”, explicou.

Luis Carlos agradeceu a expressiva votação no pleito (83%) e destacou que durante toda a campanha disse para os s´cios da escola que gostaria que a gestão recebesse um julgamento nas urnas. O presidente enalteceu a coesão da equipe que conduz a Portela.

“Nós esperávamos pois modéstia à parte o trabalho da equipe foi muito bem feito. Estávamos em julgamento pelo portelense. Quando a escola foi campeã eu disse que a Portela havia se livrado de um fardo e teria tranquilidade para cuidar de sua alma e seus projetos. Fizemos isso nesse período que fiquei na presidência. Vamos aceitar as demandas que novos sócios trouxeram. O segredo é nossa equipe”, concluiu.

Vice-presidente Fábio Pavão reafirma importância de disputa de samba enxuta

Agora vice-presidente da águia altaneira e um dos articuladores do grupo Portela Verdade, Fábio Pavão confirmou à reportagem do CARNAVALESCO que o formato de disputas de samba seguirá enxuto.

“Ainda não comecei a pensar em disputa de samba. Vamos ainda ver como se dará a formatação da ala mas eu acho que a redução de custos e a discussão democrática do regulamento será mantida. Eu acho que a disputa de samba no carnaval como um todo precisa ser repensada e a Portela tem buscado isso”, disse.

Pavão aproveitou para adiantar algumas novidades já confirmadas pela gestão que se inicia, como uma nova sala de troféus e melhorias na quadra da Portela.

“Nosso presidente sempre disse que mais que uma votação ele gostaria de ser julgado. Isso aconteceu com uma diferença de mais de 300 votos de diferença. Como qualquer gestão sabemos o que precisamos corrigir. Teremos uma nova sala de troféus, obras pontuais em nossa quadra. A política de austeridade, um processo à longo prazo que vamos dar sequência”.

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