O Dia do Orgulho LGBTQIA+ celebrado neste domingo é também uma data para marcar ainda mais posição em defesa do amor e do respeito à diversidade sexual e de gênero. Em conversa com o site CARNAVALESCO, Milton Cunha ressaltou a criminalização da LGBTIfobia no Brasil, que completou um ano no início do mês de junho.

“As leis que asseguram os direitos da minoria são bençãos. Pagamos impostos e não recebemos os direitos. Na hora que pagamos os impostos ninguém quer saber se é dinheiro de gay ou não gay. Não pode só ter ônus tem que ter bônus. Falta uma bancada no Congresso que não fique querendo mandar no amor. A religião não tem que ter projeto de poder. O país é laico. Falta não misturar religião com política”, disse.

Milton Cunha comentou que, mesmo com conquistas nos últimos anos, ainda é difícil conviver em uma sociedade que ataca fisicamente e psicologicamente os gays.

“Ainda é tão difícil viver numa sociedade que fica te vigiando, controlando, é querer legislar sobre o direto do outro. É querer mandar no corpo do outro. Tem que ter leis específicas para socorrer. O certo é termos os mesmos direitos e ser iguais perante a lei, mas não somos, porque apanhamos, somos expulsos e hostilizados”.

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