Morreu nesta quarta-feira uma das grandes passistas da história do carnaval, Olívia Marinho brilhou junto com suas irmãs nos desfiles do Salgueiro da década de 1960. A dançarina era casada com o cartunista Lan, que também partiu recentemente. O trio ficou conhecido como as “Irmãs Marinho”. As Irmãs Marinho foram algumas das personalidades homenageadas pelo projeto Sal60 (texto de Leonardo Antan).

Ilustração do carnavalesco Jorge Silveira

O Salgueiro fez uma publicação sobre  falecimento de Olívia Marinho. “Perdemos uma das estrelas salgueirenses, Olivia, uma das Irmãs Marinho, sempre alinhada, brilhante e com personalidade própria. Mary (Maria Luiza), Norma e Olívia desfilaram por mais 15 anos, sempre com muito sucesso. Depois de se aposentarem, repetiram a apresentação de 1965 no ano de 1986, quando a escola fez sua homenagem a Fernando Pamplona, com o enredo: “Tem que se tirar da cabeça aquilo que não se tem no bolso” (lema que Pamplona criara).

Confira abaixo um trecho do texto “IRMÃS MARINHO”, por Marcelo Pires.

Mary (Maria Luiza), Norma e Olívia eram filhas de Carmen, porta-estandarte do famoso rancho Ameno Resedá, primeira mulher a ingressar no bloco Mulatinhos Rosados de Laranjeiras e cantora da Rádio Clube. Eram sobrinhas também da famosa Carminha Rica, uma das mais famosas folias do Cordão da Bola Preta. O Carnaval já estava no sangue, mas o caminho foi diferente do trilhado pela maioria dos passistas da época. Moradoras de Laranjeiras, estudaram no Colégio Franco Brasileiro e, por demostrarem amor e aptidão pela dança, foram matriculadas na academia de Maryla Gremo, primeira bailarina do Theatro Municipal e grande coreógrafa. Essa base clássica seria um diferencial na forma de elas dançarem. CLIQUE AQUI PARA LER NA ÍNTEGRA

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