A Tradição estava na ponta dos cascos, chamando a atenção da mídia com as peripécias de Suzana Alves, a Tiazinha, a nova rainha de bateria.

Tiazinha era o novo sucesso da TV, encarnando uma personagem sado-masoquista, que usava máscara, lingerie preta e um chicote, com o qual batia nos rapazes da plateia que erravam as perguntas feitas por ela; ou então, os obrigava a depilar parte do próprio corpo. Era a estrela do Programa H, da Band.

Na noite de apresentação de Tiazinha para a imprensa, a quadra da Estrada Intendente Magalhães lotou. Havia equipes dos principais jornais, revistas, emissoras de rádio e TV do país. Entre os convidados lá estava o presidente do Império Serrano, Marquinhos dos Anéis, acompanhado da rainha de bateria da Serrinha, Thaís – uma jovem bem alta e corpulenta.

E foi nos atributos de sua mulatona que Marquinhos deixou escorrer o veneno que lhe consumia, ao ver toda aquela badalação na Escola vizinha e rival. Comentou com os jornalistas, tentando minimizar o sucesso de Suzana:

– A Tradição tem a Tiazinha, mas o Império tem a Thaizona!

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