A parceria de Wanderley Monteiro, Vinicius Ferreira, Rafael Gigante, Bira, Edmar Jr, Paulo Borges & André do Posto 7 venceu a disputa de samba-enredo da Portela. A escola levará para Avenida o enredo “Igi Osè Baobá”, desenvolvidos pelos carnavalescos Renato Lage e Márcia Lage. * OUÇA AQUI O SAMBA CAMPEÃO

“É sempre uma alegria e motivação muito grande compor para Portela. É minha escola do coração. Procuramos fazer uma alusão da África com a Portela. Estamos muito felizes com o samba e o resultado. Fazemos com muita emoção e sentimento. O astral da parceria foi muito legal”, disse Wanderley Monteiro, em entrevista ao site CARNAVALESCO.

Luis Carlos Magalhães, presidente da Portela, frisou que o carnaval ganhou o sinal da sua realização com a entrada de recursos e o avanço da vacinação. “As coisas estão evoluindo para valer e isso nos deixa com a expectativa muito boa. O samba-enredo forma público e o carnaval precisava se atualizar e buscar novos públicos. O nosso enredo é muito forte e fundo. Sei o que representa o baobá e o que isso representa um hino que impulsione o povo para conquista de novos espaços”.

Vice-presidente portelense, Fábio Pavão mostrou otimismo com o trabalho para o próximo carnaval. “Vivemos um momento de esperança. A vacinação avançou e podemos retomar com cada vez menos protocolos. A eliminatória sem público é algo completamente novo. O público é a essência da disputa de samba, não a torcida dos compositores, mas o portelense, e, por isso, fizemos um evento para sentir os segmentos. Produzimos os protótipos na Cidade do Samba e estamos avançando”.

Mestre Nilo Sérgio revelou que não mudará nada na bateria para o desfile do ano que vem. “Estava enclausurado e voltamos. Perdemos muitos amigos. Para 2022, nós conversamos e não vamos mexer na bateria. Vou desfilar com 280 ritmistas. Já vi o esboço da fantasia. Adorei, gostei muito”.

O intérprete Gilsinho comemorou a volta do carnaval. “Estava todo mundo com saudade. A escola está feliz de poder voltar aos trabalhos. Estou também na Tom Maior (em São Paulo) e os horários dos ensaios não cruzam”.

Por Danilo Freitas e Rennan Laurente

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