A Raça Rubro-Negra, escola de samba da torcida organizada do Flamengo desfilou na madrugada deste sábado pela Série Prata. Quarta a passar pela Intendente Magalhães, a agremiação reeditou o samba do Império Serrano de 1964, ‘Aquarela Brasileira’, eternizado por Silas de Oliveira. A Raça se destacou na animação e no canto mesmo sob forte chuva, na apresentação do casal de mestre-sala e porta-bandeira, mas não exibiu boa qualidade plástica nas fantasias e alegorias.

Fotos: Leonardo Damico/Site CARNAVALESCO

Um dos grandes sambas da história do Carnaval, a ‘Aquarela Brasileira’ foi bastante cantada pelos componentes e pelo pouco público presente na Intendente Magalhães. A comunidade não deixou de cantar o samba conduzido por Pingo Sargento e Rafael Santos, e demonstrou animação durante todo desfile. A evolução da escola também não apresentou graves problemas, mas teve que correr um pouco no fim para não estourar o tempo. A Bateria Forte, dos mestres Jorge Milanês e Wallace Tchoá, também fez boa exibição.

O principal ponto negativo da escola, no entanto, foi o conjunto estético. Fantasias simples, com roupas normais à mostra e sem grande acabamento marcaram a passagem da Raça Rubro-Negra pela Intendente. As alegorias simples, sem carinho nos detalhes e com ausência de destaques nos ‘queijos’ do último carro chamaram atenção. A Comissão de Frente de Pablo Guerreiro simbolizou a ‘Revoada em Aquarela’ com fantasias de borboletas e boa coreografia. Outro ponto alto também foi a bonita fantasia e correta apresentação do casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira Fábio Rodrigues e Mônica Menezes.

 

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