A corte do carnaval 2020 do Rio de Janeiro

Por Daniela Safadi e Gabriella Souza

A corte do Rio de Janeiro é inédita para o Carnaval 2020. Pela primeira vez, Djeferson Mendes foi eleito o Rei Momo e Camila Silva (ex-rainha de bateria do Vai-Vai, em São Paulo, e da Mocidade Independente de Padre Miguel) é a nova Rainha do Carnaval. A grande final aconteceu neste domingo, na Praia de Copacabana, na abertura oficial do Carnaval 2020. Ambos levam para casa o prêmio de R$ 30 mil cada. Deisiane Conceição de Jesus ficou como primeira princesa e Cinthia Aparecida é a segunda princesa. Alex de Oliveira terminou na segunda posição como vice-Rei Momo.

O evento teve mais de 300 mil pessoas, com apenas 43 ocorrências policiais e três remoções médicas. Na hora da comemoração, o Rei Momo recebeu a chave da cidade do Rio de Janeiro das mãos de Maurício Candonga, filho de José Geraldo de Jesus, o Candonga.

Responsável por guardar a “chave da cidade” por 30 anos, desde 1977, Candonga faleceu em 1997, mas a desde então a família do ilustre personagem do carnaval carioca passou a cuidar do adereço que já faz parte da tradição da nossa folia, tendo sido copiada em diversas outras cidades do país.

Cada participante fez uma apresentação individual, contando suas trajetórias com o carnaval e mostrando o mais aguardado, o samba no pé. A simpatia, a apresentação e a vivência com o carnaval foram analisados pela comissão julgadora. Cada um mostrou seus conhecimentos através de perguntas sobre a festa. No total o concurso todo teve 28 competidores desde a semifinal, sendo 14 concorrentes em ambas categorias de Rei Momo e Rainha.

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