A Unidos de Bangu foi a terceira escola a cruzar a Avenida na noite de sábado e levou um enredo que contava a origem do continente africano através de um sábio contador de história da velha África. O abre-alas representava o filho preto da mãe África e fazia uma saudação ao maior de todos os seres da ancestralidade. Na parte frontal da alegoria, uma grande escultura representava o Griô e pequenos erros no acabamento puderam ser vistos.

Já no fundo do carro, esculturas com cabeças de animais faziam reverência aos animais da savana. Assim como nas laterais que possuíam pinturas de girafas e elefantes num tom sol-laranja.

Desfilando pela primeira vez na vermelho e branco da Zona Oeste, Vanessa Energia, 36, mostrou-se contente e satisfeita com a proposta apresentada pela escola.

“É a primeira vez que desfilo na Bangu. A escola fez muito em trazer a africanidade para avenida mais uma vez. É a nossa cultura, nossa raça e nossa cor sendo representadas”, declarou ela que veio da Itália para desfilar na agremiação.

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